Dia dos Pais, o primeiro


Quando deixei a adolescência e cheguei na vida adulta começaram os pensamentos de como estaria quando chegasse aos 30 anos, aos 40. Eu imaginava que estaria casado, e que teria filhos.
Durante muito tempo isso ficou adormecido, esperando por alguém especial para despertar o desejo, a vontade.
Quando a Mamãe e eu resolvemos começar a tentar já sabia ter encontrado a pessoa certa, a mãe dos meus filhos, aquela com a qual eu queria ter a minha família. E ao saber que ela estava grávida uma alegria e uma felicidade sem tamanho tomaram conta de mim.
No dia dos pais do ano passado eu já era pai, pois o Biscoito já estava conosco, só não tínhamos como segurá-lo, beijá-lo, vê-lo!
Nada se compara a segurar o filho no colo quando ele está com sono, nada se compara a cantar a mesma canção várias vezes para acalmá-lo e efetivamente conseguir deixá-lo mais calmo, mas absolutamente nada se compara ao sorriso dele! Não há nada igual e que dê tanta alegria e tanto orgulho quanto chegar em casa depois de um exaustivo dia de trabalho e o Biscoito abrir aquele sorrisão banguela, ou acordar e receber você com o mesmo sorriso!
Nunca achei que eu viveria perguntando porque o gato mia e fazendo piadinha com melancia com tanto gosto e alegria!
Obrigado por ser meu filho, Biscoito, e me fazer o pai mais feliz do mundo!