Mês: janeiro 2020


Não subestime a memória de uma criança


Muitas vezes nós falamos ou fazemos coisas pensando que a criança não está prestando atenção ou que simplesmente não se lembrará. Se isso fosse realmente verdade, o Gael não viveria subindo no sofá perto da mesa de jantar para pegar as coisas no balcão. Ou o Tomás não lembraria exatamente onde está cada brinquedo dele. Sim, porque ele lembra, mesmo havendo várias caixas de brinquedos.

Mas às vezes a memória deles nos surpreendem. O Tom ganhou quando tinha cerca de 1 ano e pouco um dinossauro de borracha, tipo fantoche, do Tio Maurício. Quando ele ganhou estava em casa, além do próprio Mau, o Vovô Marcos. Pois bem…faz mais ou menos uns 2 meses ele estava brincando com esse dinossauro, e do nada falou Tutu (apelido do Mau) e Vovô Marcos! Ele lembrava quem dera o brinquedo e quem estava no dia.

A prova definitiva de que a memória dele (e talvez das crianças como um todo) é realmente boa e não pode descuidar de nada, veio ontem. Voltamos de viagem e fomos almoçar. A Mamãe fez a comida e colocamos o arroz na mesa, e para servir uma concha branca (essa da imagem). Essa concha foi comprada no dia 26 de dezembro agora. Quando a compramos ele estava andando pra lá e pra cá na loja, às vezes saindo pro corredor do shopping, brincando. Esses momentos em que parecem não estar prestando atenção em nada a não ser em nos deixar malucos.

Ao ver a concha ele disse Tutu, Titá, Mama, Papa e Tas. Respectivamente Tio Mau, Tia Camila, Mamãe, eu e ele próprio. Os que estavam no shopping naquele dia.